Dragon’s Dogma
Hora de testar nossa dose de demo! Confira a pequena jornada durante a gameplay de Dragon’s Dogma!
Ok, Capcom durona. Você começou sua demo querendo me pegar com músicas de fundo de menu interessantes, cantadinhas, como era de costume em algum lugar dos RPG’s da era 32bit. Mas eu sou mais duro que você. Prossigamos com a demo.
Após uma customização muito detalhada (se assim desejares) pulei para uma das duas quests disponíveis. Podemos jogar o prólogo ou uma quest campestre. Escolhi a segunda por dois motivos: evitar a chatisse presente na maioria do início dos jogos (leia tutoriais) e a outra é que eu amo os caminhos da roça.
Ao iniciar o jogo finalmente, a primeira coisa que vejo são os agradáveis gráficos e a possível vastidão do cenãrio campestre. Depois foi a quantidade de gente me acompanhado na quest, controlada pela AI, o que pode designar um co op humano muito interessante. Enfim andei e vi que os controles parecem ser bem mais flexíveis. Pronto: os defeitos de Monster Hunter estavam sendo retirados. Será? Vamos jogar mais um pouco.
Me aproximei do grupo de pequenos demoniacos inimigos no campo, pareciam fazer alguma baderna em grupo. Temos um botão de light attack e outro para heavy. Resolvi experimentar ambos para acabar com o grupo, enquanto meus companheiros berravam palavras de ordem no meio da briga e um log disso aparecia um pouco não-tímido no canto esquerdo da tela. Sim, sim, amém: os controles não são duros e realistas-alike como em Monster Hunter. Me senti num brawler de arcade da Capcom das antigas. Ponto para o candidato. Ah, tem um dragão rodeando a área ali nos céus. O que esse safado quer conosco?
Oh, wait, não era um dragão exatamente. O que chamamos aquilo que é metade águia-metade…fera? De qualquer forma estupramos o ser majestoso assim que deu um rasante devastador no campo. Estou utilizando as skills do personagem, que é acionado com o toque do RB+B,X ou Y. O resultado dessas skills parecem combos de Tekken. Esse bicho está realmente sendo estuprado, e eu começando a pensar quando vou comrpar este jogo.
É então que o bicho levanta vôo e um dos personagens manda eu mirar nas asas e fazê-lo cair de novo. Procurei o botão e rapidamente achei. Segurei LB para trazer a câmera para o meu ombro como em RE4 e comecei a atirar flechas contra o céu com o RT. Sim, temos que calcular o tempo e atira-las no azul para que quando cheguem, estejam cravadas no alvo, que agora acaba de cubrir este pedaço azul do céu que você mirava.
Ok, agora eu estou sendo estuprado com rigor. Os rasantes estão me destruindo. Quando um mago resolve me curar quando eu já cambaleava. Agora de volta ao ataque, enchi o rabo dessa galinha voadora de flechas, enquanto era tentava nos assar com seu Bafo de Fogo (pegaram a referência, uh,uh?). A barra de energia do inimigo esvazia algumas vezes, indicando que não é só uma. O número vai depender da quantidade de bolinhas restantes embaixo da barra. Duas bolinhas para o nosso amigo irritado voador ali, então estou quase o matando.
Acabo de me deparar com uma vasta parede invisível no campo. Seria isso um limite da batalha? Limite do jogo? Ou será que é porque estou há um metro de um pequeno barranco? Uhm, não curti isso.
Quando a energia estava há dois dedos de terminar, o bicho foi abatido, só faltou um Finish Him na tela. Só que ele caiu no rio além da parede invisível. E agora? Nossa galinha está pegando fogo e se debatendo, aparentemente obra do mago que puxou uma cutscene rápida só pra mostrar que seu poder iria ser desferido.
Tudo rola num som de ação medieval costumeiro, quando de repente um solo de guitarra virtuoso surge através do coral. Quem épico! Maravilha, conseguiram arrancar um ponto de exclamação do meu teclado que nem tá com a exclamação funcionando.
Realmente a limitação de cenário foi cruel e não deixou eu me aproximar para terminar com o monstro. Que feio, Capcom. Então o inimigo se levanta e começa a dar saltinhos brutos pra cima de nós, está tentando pegar força para voar. Vamos lá, matá-lo, irmãos. A noite cai e o tom épico aumenta. Uma batalha longa no tempo dentro do jogo. Então eu descubro que falta mais uma barra para derrubar o inimigo.
Agora golpeei tanto o inimigo usando skills especiais que o personagem cansou. Parece que a coisa puxa stamina, invés de mana. Faz sentido: embora minhas blades brilharem como fogo, não parece que é simplesmente mágica, mas sim um movimento por total físico. De novo ele foi abatido mas agora ao meu alcance.
Adorei a forma com que organizaram os controles do jogo, pois eu puder usar uma dash para chegar mais rápido ao corpo caído e aproveitar mais. Isso foi feito pressionando o analógico esquerdo. Isso resultou na morte do nosso inimigo, finalmente.
Ao topo da tela aparece uma informação que responderia muitas dúvidas minhas, essas que eu iria escrever agora. Mas não foi preciso.
Ali diz que as condições da quest foram cumpridas. Revelando que é possível escolher quais vamos fazer. Mas como será realmente a divisão de mapas? Um mundo livre? Regiões separadas de acordo com o grupo de quest, como em Monster Hunter?
Será que estamos num Skyrim arcade, ou num pedido de desculpas pelo Monster Hunter? Que desculpas?
Na verdade Dragon’s Dogma é a versão do próprio Monster Hunter feito especialmente para nós, manos e minas do ocidente.
Muitas duvidas no ar. Quem é seu personagem? Greg, você não vai jogar o prólogo e nos contar como é?
Não, iremos nos encontrar quem sabe numa análise do jogo. Abraços e até nossa próxima aventura!
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