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Lollipop Chainsaw

Publicado em 27/07/2012 |
NOTA
75

Plataformas: Xbox 360 e Playstation 3 | Desenvolvedora: GrassHopper Manufacture | Publisher: Warner Bros. e Kadokawa Games | Ano: 2012 | Hack 'n Slash


 

 

 

 

 

 

Numa época onde os amados e velhos zumbis se tornaram saturados ou completamente deformados pela mídia, um jogo novo sobre o assunto não chama muito a atenção se seguir os padrões tradicionais. Ao menos, essa era a minha visão sobre Lollipop Chainsaw ao colocar os olhos nele, afinal, era apenas um apocalipse zumbi normal adicionando todo o fanservice e padrão japonês de diversão + Suda 51 e sinceramente, fui pega realmente de surpresa.

Lollipop Chainsaw é um dos melhores jogos do ano e eu encho a boca pra falar.

Na saturação dos zumbis, esse título definitivamente não é dispensável, na verdade é uma das mais interessantes abordagens do gênero, esse pelo menos bebendo da fonte de outras criações de seu produtor, no caso o icônico No More Heroes e Killer 7. Mas, o que faz esse jogo que mais parece um poço de fanservice, calcinhas e arco-íris parecer tão interessante até pra uma pessoa que caça boas histórias como eu? Músicas, contexto, personagens e claro, homenagens a outras obras.

Por incrível que pareça, Lollipop Chainsaw deu tudo o que eu procuro num jogo e até um pouco mais, na verdade, me fez até criar um pouco mais de interesse por Suda 51, que nada mais fez do que mostrar que se nas mãos certas, até o mais clichê dos assuntos pode ganhar um sabor diferente.

Sexo, Drogas e… Rainbows?

Lollipop Chainsaw conta a história de Juliet Starling, a capitã da equipe de líderes de torcida do colégio San Romero no seu aniversário de dezoito anos. Logo na introdução somos apresentados a uma adolescente normal… Erm, bem… Não tão normal assim. Juliet é a filha do meio de uma família caçadora de zumbis, aonde ela, as duas irmãs e o pai são atuantes enquanto a mãe não sabe do tal trabalho. Juliet sai atrasada para a escola, pretendendo encontrar com seu namorado Nick, afinal é seu aniversário e ele iria ser apresentado para a sua família. Porém, de uma hora pra outra no caminho, Juliet se depara com um surto zumbi ocorrendo, acabando por fazer a garota lutar contra as hordas de mortos vivos enquanto procura por seu namorado. A loira acaba apenas encontrando o rapaz infectado e para salvá-lo resolve decapitá-lo e utilizar um ritual da família para que continuasse vivo, assim o tornando uma espécie de acessório da caçadora.

Com o tempo, Juliet e seu acessório-arma-acompanhante Nick acabam sabendo pelo mestre Morikawa que o universo é dividido em três mundos: A Terra, A Terra Além das Palavras, no caso, o paraíso e o Mundo Apodrecido, que seria uma área infernal aonde demônios e zumbis residem. O apocalipse zumbi que acontece não é nada mais do que uma tentativa de abrir um portal que unisse a Terra e o Mundo Apodrecido de um rapaz chamado Swan, colega esquisito de colégio de Juliet. E este invoca a presença de cinco zumbis baseados e tematizados em estilos do rock. Sabendo que precisa purificar a escola e salvar o mundo, Juliet parte numa jornada com sua cabeça-namorado atrás de uma forma de matar as invocações e destruir o plano de Swan.

Meet Juliet Starling

Falar sobre os personagens de Lollipop Chainsaw no geral não é tão difícil, afinal, a grande maioria é uma paródia e um estereótipo de algo, mas, eu acredito que pelo menos você vai se simpatizar com um, afinal, são feitos em cima do gosto popular. O interessante é que em Lollipop Chainsaw, durante a introdução de cada personagem, eles recebem uma ficha em estilo HQ que conta seus nomes, idades e gostos (e possuem certas piadinhas escondidas) e o mais engraçado ainda é que Juliet interage com essas fichas, digo interagir como criticar o gosto de um dos zumbis para então rasgar sua tela de introdução. É um tipo de interação agradável com o jogador que dá um belo clima na obra.

 

Então vamos começar do início, com nossa protagonista, Juliet Starling, que é apresentada com um nada mais e nada menos do que uma adolescente relativamente normal. Sim, é mais simples do que parece, Juliet é uma garota que mesmo sendo treinada desde criança como caçadora de zumbis é doce, alegre, completamente apaixonada por seu namorado Nick e com uma estranha fixação por pirulitos de morango. Durante o jogo somos apresentados a uma Juliet que ainda está amadurecendo, mas que é determinada em seus objetivos e até um pouco fútil, afinal, vemos o quanto ela quer terminar logo com tudo isso para aproveitar seu aniversário, sem contar com sua vontade de proteger Nick. Mas, nem tudo são arco-íris e doces, afinal Juliet ainda é uma garota que acha o apocalipse zumbi muito divertido e diz isso enquanto corta seus ex-amigos com uma serra elétrica.

 

Acompanhando Juliet desde o início temos Nick, seu namorado agora reduzido a uma cabeça viva e falante preso a cintura da protagonista. Digo aqui de antemão que ele é um senão o personagem mais interessante do jogo. No desenvolvimento de Nick é aonde vemos os maiores conflitos e situações complexas que são coisas que falarei mais a frente. No geral, Nick é um rapaz alegre, popular e completamente apaixonado por sua namorada, mas de certa forma confuso afinal de uma hora para outra vira uma cabeça que fala sem o tórax e nada mais que um “acessório fashion” enquanto vê Juliet fazer praticamente todo o trabalho.

 

Ao decorrer do jogo somos apresentados a outro personagem, Morikawa, o mentor japonês de Juliet, aos velhos fãs de Dragon Ball pode até soar nostálgico já que esse divide várias características com o Mestre Kame/Roshi, no caso, aparentemente um velho tarado e meio caduco, mas que ainda sim é mestre no que faz.

 

Junto a ele, somos apresentados ao resto da família Starling, composta pelos básicos estereótipos do pai rígido e carismático Gideon, a irmã mais velha séria e extremamente dedicada ao trabalho Cordelia e a irmã mais nova de aparência infantil e fofa Rosalind. Parecem ser apenas um trio preso ao clichê, mas são extremamente carismáticos e de certa forma podemos nos apegar bastante a eles e seu jeito de ser. Afinal, ver uma família trabalhando junta cortando cabeças é amável de certa forma.

 

… Tirando a Rosalind, porque aquela risada insana ficará para sempre em meus pesadelos.

Lollipop Chainsaw não apresenta grande variação em seu gameplay, o jogo em si é um Hack ‘n’ Slash com pequenas mudanças para eventos especiais como o Zombie Baseball. As batalhas são baseadas em combate em curta distância, mesmo com a protagonista tendo uma arma a disposição. No gameplay não existe muito uso de QTE’s em combate, na maioria dos casos esses são usados para desbloquear caminhos ou fazer Juliet escapar de algo que a ameaça. O interessante é que em Lollipop Chainsaw, os comandos de QTE tanto em combate quanto no cenário são baseados no que a heroína precisa fazer ali, por exemplo, para se esquivar de um carro, Juliet usa o botão de salto, enquanto para abrir uma porta de metal, ela usa o comando de ataque forte da serra-elétrica, o que torna o uso de QTE’s uma coisa que flui simples e natural.

O jogo apresenta um sistema simples de upgrade via loja online com o nome de Chop2Shop.zom, esta loja é a favorita de Juliet para compras. Você recolhe moedas no decorrer da fase e as usa ali para comprar novas roupas, músicas, movimentos e upgrades nos atributos para Juliet que em grande parte são baseados em movimentos de ginástica rítmica, o que entra aí mais na categoria de naturalidade do jogo. Digo no geral que Juliet não parece uma personagem de certa forma apelativa em batalha, mas sim natural em suas habilidades.

Os combos são bem interessantes, no decorrer das compras os movimentos de Juliet vão ficando mais leves e rápidos e enfim, passam a fluir melhor. O legal é que vemos o quanto fazer combos fica divertido nesse jogo, afinal chega num ponto onde você fica rindo ao som de Lollipop enquanto corta cabeças e vê um arco-íris e sangue rosa saindo dela.

Lollipop Chainsaw também é uma grande paródia do gênero, que brinca com si próprio, um grande jogo corajoso, afinal, ele é recheado de piadas e momentos de interação com o jogador, como é o caso do Nick perguntando por que quando Juliet decapita um zumbi sai um arco-íris do ferimento e tendo como resposta um “Porque é divertido” da garota.

Mas apesar de toda ação, Lollipop Chainsaw não exige apenas um jogador interessado em sair matando, exige também um pouco da atenção básica, afinal, Juliet tem a função de evitar o máximo a morte de vítimas da escola, isso se não quiser zumbis mais fortes em sua cola. O sistema simples de seguir fases até seu objetivo, resgatando reféns, ganhando upgrades em cada fase lembra bastante os clássicos dos anos 90 e pode soar até nostálgico para alguns, o que torna o jogo no geral bem mais atrativo.

 

O menu de Lollipop Chainsaw possui uma temática interessante, toda voltada ao visual das HQ’s americanas, no geral ela é bem simples aonde temos acessos a itens de cura, pequenos guias de habilidades e combos e uma pequena área dedicada a personalização do jogo ao próprio gosto do jogador. No decorrer da história, podemos obter vários discos que vão ilustrar e animar um pouco o passeio de Juliet pelas fases, no menu podemos  escolher nosso TOP 5 entre várias opções que incluem músicas originais de Akira Yamaoka e outras de bandas famosas como Dragon Force, Arch Enemy ou Joan Jett.

Pelo menu também podemos acessar o Quarto de Juliet, que nos dá novas opções de roupas, esse é um dos pontos que mais atrai outros jogadores a essa obra, afinal as roupas são… Cosplays. Sim, as roupas alternativas de Juliet são cosplays de personagens conhecidas por sua luta incessante contra zumbis, criaturas maléficas ou sua violência. Mais popularmente temos o uniforme de Rei e Saeko do anime Highschool of the Dead, a roupa de Shiro de Deadman Wonderland e também uma versão feminina da roupa de Ash, protagonista de Evil Dead, todas essas sendo obras de qual Lollipop Chainsaw teve inspiração e fonte.

Os saves do jogo são automáticos, mas também podem ser feitos nas máquinas de loja espalhadas pela fase, apesar que não é muito necessário, afinal, infelizmente as fases não tem muito além do que 30 minutos cada uma, então raramente se precisa usar um save point.

Como comentei anteriormente, Lollipop Chainsaw é um hack ‘n’ Slash baseado em batalhas e destruição de parte do cenário para avançar. Claro que de cara, sem upgrades, o jogo é bem lento, mas com a compra de habilidades, Juliet vai se tornando ágil e os combos vão ganhando real forma, aliás, um ponto forte é que os combos são simples, então causar dano não é tão difícil. A esquiva é uma habilidade bem presente no jogo e muito necessária, afinal, se você for cercado fica difícil de sair, com ela Juliet usa um pulo-sela por cima do zumbi e já pode iniciar um combo no ar. Em certos casos, a finalização dos zumbis pode ser especial, aonde recebemos um QTE para cravar o adversário no chão, partí-lo ao meio ou até usar um pole dance improvisado para cortar várias cabeças.

Um ponto bem diferente é que Juliet é diferente do padrão de batalha do hack ‘n’ slash, sua arma primária é a serra-elétrica, mas ela também usa pompons e movimentos de ginástica rítmica durante a batalha, dando jus ao seu posto de capitã do time de líderes de torcida do colégio. No geral, os pompons são usados para atordoar, atrasar e confundir o inimigo para então se finalizar com a serra elétrica. Mas, no decorrer do jogo, Juliet vai ganhando novas habilidades e instrumentos, como por exemplo, o Chainsaw Blaster, uma minigun que Juliet recebe de presente de Cordelia durante a segunda fase é que é bem útil para destruir coisas que bloqueiam o cenário em geral e essencial em certos pontos aonde se deve proteger Nick ou qualquer outro.

No combate, Juliet também pode receber a ajuda de Nick. Normalmente ele é usado sendo colocado num corpo decepado de um zumbi para abrir caminho, mas, no decorrer das fases recebemos habilidades para ele que podem ser acessadas via bilhetes. Esses bilhetes são itens que achamos em cenário e que podem ser usados durante os combates, eles mostram uma roleta de habilidades do Nick, basicamente usando a cabeça do rapaz como arma. Com o Nick Ticket podemos atirar a cabeça do rapaz para atordoar os zumbis, usar como um chicote quando amarrado a uma corda ou também usar para obter itens aleatórios, é bem simples até.

Em certos pontos do jogo também recebemos auxílio das duas irmãs de Juliet, mas já digo antes que é por pouco tempo e não é muito útil, especialmente no caso de Rosalind que pode te ferir também. No caso de Cordelia, ela fica num ponto do telhado utilizando o rifle e no caso de Rosalind, ela pilota um veículo de construção.

Lollipop Chainsaw pode até ser um jogo curto, mas, a quantidade de coisas para se fazer nele é grande, no caso, para conseguir fazer o final bom precisamos fazer uma espécie de quest.

Durante a busca de Juliet, encontramos diversos colegas dela do colégio que estão a mercê dos zumbis, nós temos a opção de salvá-los ou não, sabendo que se não acabaremos criando zumbis furiosos, sem contar que salvar todas as pessoas nós dá o final bom do jogo, então é praticamente uma obrigação. Fora isso, elas geram dinheiro para Juliet gastar no shop e ajuda a aumentar seu ranking na fase, então, não chega a ser tão ruim.

Um ponto negativo é a falta de itens pelo cenário, esses são muito raros, a grande maioria se pode acessar facilmente pelas lojas, o que torna o jogo até linear demais, mas não que isso afete a diversão toda do jogo.

Os inimigos principais de Lollipop Chainsaw são obviamente zumbis, mas existem alguns que se destacam, no caso, os cinco espíritos invocados por Swan para concluir seu plano. Em especial, esses cinco zumbis representam fases e estilos do rock principalmente e possuem uma força acima de todos os outros, agindo como bosses de cada fase. Cada um deles age baseado em seu estilo de música, fazendo referencia a cantores da época e atacando dessa forma, no caso de Zed por exemplo o zumbi do Punk Rock, ele ataca usando sua voz, dando gritos e agudos potentes, ou Mariska, a zumbi do rock psicodélico que luta através de ilusões com Juliet.

Mas no geral, esses adversários não são difíceis, exigem apenas um pouco de técnica e costume com seus padrões de ataque.

Se você pensa que a polêmica de Lollipop Chainsaw é relacionada ao fanservice de Juliet, postura apelativa e coisas do tipo, sinto em dizer que você está completamente enganado, meu querido, na verdade a polêmica não é nada mais do que Nick, o namorado decepado de Juliet. Sim, Nick é polêmico simplesmente porque Suda 51 resolveu virar a mesa nessa obra explorando uma visão diferente de uma coisa que normalmente vemos em jogo: A transformação da mulher em nada mais do que um objeto para o protagonista masculino. Lollipop Chainsaw inverte essa mesa, colocando o antigo homem corajoso apenas como um objeto de Juliet, servindo como arma e recebendo comentários como “Acho que vou instalar um MP3 na sua cabeça, aí fico com espaço extra na minha bolsa” de nossa protagonista.

O interessante é que isso é uma parte importante do plot, toda essa indagação de Nick sobre os sentimentos de Juliet, se ela realmente o ama ou se só está se divertindo com sua cabeça-namorado porque soa legal. Eu achei interessante essa exploração, afinal, raramente temos essa visão do personagem masculino, é bem legal ver a postura de homem protetor do início decaindo, se tornando uma figura impotente a cada situação de perigo em que vê Juliet sendo submetida, a chegar o ponto de querer ser abandonado por se sentir um inútil.

Suda 51 trouxe um ponto interessante em Lollipop Chainsaw, um ponto mostrando o valor de todos, sendo uma líder de torcida até uma cabeça atochada em sua cintura (?), mostrando que as tendências do feminismo em alta não são necessariamente boas, mas isso, já é assunto pra outra hora e outro lugar.

Lollipop Chainsaw é um jogo divertido, cativante, clichê e ainda sim inovador. Ele mostra que não importa o quão saturado seja um assunto, dependendo de sua abordagem ele pode se tornar uma obra de arte. Fazia um tempo que eu não colocava as mãos num Hack ‘n’ Slash e me divertia tanto como em Lollipop e sinceramente, só olho essa parceria entre Yamaoka e Suda 51 como uma boa coisa, afinal, até agora não me decepcionei.

Esse é um caso que encontrei bem mais do que esperava num jogo e fiquei feliz com isso, afinal, não é todo dia que vem um jogo que mostra a virada da mesa de um assunto popular e uma diferença no gênero. Então, fica aí minha dica e recomendação para os amantes de zumbis, os otakus, os cinéfilos entre outros.

 

Espalhe o amor, espalhe a Pixel!!

Sobre o Autor

Amante de quadrinhos, games e cultura pop em geral, Gabs não é muito além do que uma das fangirls com coração aberto para tudo que venha pela frente, especialmente vindo da Ásia.
  • http://www.facebook.com/luizpaulo.santoscruz Luiz Paulo Santos Cruz

    Eu adorei que a parte sobre a mensagem escondida do jogo ter aparecido na review, invés de outros tantos sites não terem falado nada disso e não ligarem muito para a historia.

  • http://www.facebook.com/gabrielle.lacerda.904 Gabrielle Lacerda

    Digamos que achei essa parte essencial no jogo e bem importante de explorar, não é o tipo de coisa que fica de lado pra alguém que aprecia a história.

  • Ramoses

    parece meio clichê o jogo e sem muitos mistérios e sem muita história, mas ainda não li toda review, então vo dar uma chance XD

    • https://www.facebook.com/romulodearaujo Rômulo Pàixão

      Definitavemente as palavras Suda51 e clichê não se casam. O jogo parecerá extremamente clichê para aqueles que vêem o mesmo por cima.

    • http://www.facebook.com/luizpaulo.santoscruz Luiz Paulo Santos Cruz

      Como grande maioria das pessoas que analisaram o jogo no BRBRBR

  • https://www.facebook.com/romulodearaujo Rômulo Pàixão

    Btw, belo texto. Bem "cheio", bastante coisa abordada. Gastou os dedos bem.

  • http://www.facebook.com/victor.araujo.961 Victor Araújo

    Perfeito Gabs, texto excelente.

  • http://www.facebook.com/morteturesso Morte Turesso

    ótimo post Gabs!

    Lollipop Chainsaw merecia essa nota 8.
    Eu vi os reviews de outros sites e por favor, notas horriveis que os caras davam para o jogo. Ainda com argumentos extremamente rídiculos, falando que o jogo era lento, sem extras e pouco original.

    Mas com certeza vc pegou bem o jogo.
    Nossa como eu amei esse ai, apesar de ele ser super curto, vc fica com mta vontade de jogar de novo e de novo, e o bom, que o jogo não é dificil e nem fácil, o que deixa a gente feliz, pq, jogo nos padrões normais nos diverte e faz a gente querer jogar bastante.

    E esse jogo tem mtu extra e mtas referências a tudo!
    Tem que saber de música, mundo japones, filme, se não vc fica por fora das piadinhas… E eu adorei o troféu do Zed que faz referencia a musica do The Misfits!
    Só fiquei triste pq não tem Rob Zombie na ost, mas de resto, está ótima! HUISHAUISAIUS

    Akira e Suda estão fazendo uma bela parceria, merecem ficar juntos por um booooom tempo!

    e de novo, ótimo post! Parabéns!

  • Luis

    Ótimo post, com toda certeza vou continuar acompanhando o site, como falado pelos outros colegas na página, vc fez uma análize perfeita, fez o jogo merecer a nota! =) Parabéns!